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21H30

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50 mi

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Sócrates Tem de Morrer: Parte I

Criação de João Samões

Interpenetram-se memórias e reflexões sobre o colonialismo e o racismo

Nesta peça de teatro são criadas e manipuladas realidades e turbulências do domínio do exótico e do erótico, interpenetram-se memórias e reflexões sobre o colonialismo e o racismo. O nome da peça remete para o diário africano de Michel Leiris, e o que toda a literatura de viagem nos segreda é que ela é também percurso interior de autodescoberta. África transforma-se num lugar de representações imaginárias, um imenso território onde se projetam todas as fantasias e fantasmas. Podemos começar a nossa viagem, com a história de uma famosa tela de Picasso de 1907, onde o pintor projeta o impacto e influência do poder das máscaras africanas que viu em Paris, nos corpos das mulheres de um bordel da Rua Avinyó em Barcelona, rompendo com os cânones do realismo académico e revolucionando as possibilidades de representação do corpo na arte ocidental.

Data

16, Fevereiro 2017

Horário

21H30

Duração

50 min

Faixa etária

M12

Preço

€7
€5 < 25, Estudante, > 65, Grupo ≥ 10, Desempregado, Parcerias

Local Auditório TAGV (lotação limitada)

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