As imagens oníricas e a paisagem sonora acompanham a energia dos corpos
“O corpo move o meu ser. Provoco uma dança sem chão, sem fim, uma dança a céu aberto. Procuro assim entender os que procuram um caminho. Como procuro o meu, o meu melhor modo de ser, o meu atalho; e o meu caminho não sou eu, são os outros. Afinal o que sei eu de mim? Sinto-me eu e ao mesmo tempo desconheço-me. Será que existe um espelho interior? Se me abraçar com muita força será que me desfaço? E se te abraçar? Posso-te abraçar? A função do ar começa a ceder. O afeto segura-me em ti. Posso-te abraçar?”. Amélia Bentes
Sem chão Sem fim, surge na sequência do trabalho da coreógrafa em torno da corporalidade das emoções, em torno da ideia de ser e de sentir. Surge da necessidade de pensar o espaço que nos move e nos conduz ao outro, nos faz desejar, reagir, apaixonar. É uma criação plena de fisicalidade, humana, de grande emotividade e energia.
Ao som do piano e da harpa ao vivo, as imagens oníricas e a paisagem sonora acompanham esta energia intensa dos corpos.
Data
29, Abril 2016
Horário
21H30
Duração
50 min
Faixa etária
m/6
Preço
€7
€5 [< 25, Estudante, > 65, Grupo ≥ 10, Desempregado, Parcerias]
€10 [Mês da Dança]
Local auditório TAGV