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19H00

Qua


11H00 (escolas)

DURAÇÃO


1h00

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Linhas Cruzadas — O Espaço Público em Debate

Por António Jorge Gonçalves e LBC Soldjah

Nas paredes desde há milhares de anos?
São esses traços transgressão ou arte, comunicação ou ocupação?
Pode a desobediência ser legítima?

Nesta performance inclassificável – meio palestra, meio concerto de hip hop – o desenhador António Jorge Gonçalves guia-nos com palavras e desenhos pelos riscos que caçadores-recoletores fizeram nas rochas há 30.000 anos, pelas anotações desenhadas dos romanos nas paredes das casas em Pompéia, e pelos murais mexicanos de há 100 anos atrás, enquanto o MC e ativista Flávio Almada aka LBC Soldjah nos leva com palavras e música até às contradições sociais das nossas cidades. Tudo para podermos compreender as pinturas a lata de spray que enchem em sobressalto os nossos muros. Sem condescendência, o espetáculo atravessa vários temas numa perspetiva que está para lá do julgamento.

António Jorge Gonçalves estudou Design de Comunicação e Cenografia para Teatro. Autor de novelas gráficas, tem colaborado com diversos escritores na criação de livros onde texto e imagem se relacionam de forma íntima. Fez cenografia para teatro trabalhando com vários encenadores. Utilizando o Desenho Digital em Tempo Real e a manipulação de objetos em Retroprojetor de Transparências, tem protagonizado diversas ações performativas com músicos, atores e bailarinos. Criou o projeto Subway Life, desenhando pessoas sentadas no Metro. Cartoonista político no Inimigo Público entre 2003-2018. Recebeu o Prémio Nacional de Ilustração em 2014. Lecionou Espaços Performativos na FSCH, Lisboa.

Partimos da necessidade humana em marcar paredes, desde as pinturas rupestres, e percorremos a história do graffiti até aos dias de hoje. Atualmente, paredes, muros, fachadas das cidades são ocupadas por graffiti de todos os tipos. Arte urbana ou vandalismo? Neste ciclo, integrado no projeto do colectivo Há Baixa “Cidade, Livro em Branco”, vamos pensar sobre as relações entre arte e poder e o lugar da desobediência civil na expressão artística.

Data

25, Maio 2021

26, Maio 2021

Horário

19H00

11H00 (escolas)

Duração

1h00

Faixa etária

M12

Preço

25 maio 19h00

€7
€5  < 25, estudante, > 65, comunidade UC, rede alumni UC, grupo ≥ 10, desempregado, profissional do espetáculo, parcerias

26 maio 11h00 (escolas)
Informações e reservas habaixacomunicacao@gmail.com
26 maio 11h00 (público em geral)
€7
€5  < 25, estudante, > 65, comunidade UC, rede alumni UC, grupo ≥ 10, desempregado, profissional do espetáculo, parcerias

Bilheteira TAGV 1 hora antes dos espetáculos e 30 minutos antes das sessões de cinema. Encerra 30 minutos após o seu início

Local auditório TAGV

Criação António Jorge Gonçalves, Flávio Almada

Interpretação António Jorge Gonçalves (palavras e desenho digital), LBC Soldjah (palavras e música)

Direção e produção musical RAS M

Dj ERRY G

Produção Culturproject

Uma encomenda LU.CA – Teatro Luís de Camões

Apoio República Portuguesa – Cultura I DGArtes – Direção-Geral das Artes, Ciclo de Teatro e Artes Performativas – Mimesis UC, Teatro Académico de Gil Vicente

Espetáculo no âmbito do Ciclo de Teatro e Artes Performativas – Mimesis UC

Organização do espetáculo Associação Há Baixa

Espetáculo acompanhado por instalação Eu Estive Aqui, História do Graffiti de A a Z — Projeto Válvula

Conversa pós-espetáculo com os artistas António Jorge Gonçalves e Flávio Almada (aka LBC Soldjah), e o investigador Ricardo Campos sobre o tema “Porque escrevemos nas paredes?” e as relações entre arte e poder e o lugar da desobediência civil na expressão artística