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Sex


14H30

Sáb


15H00

DURAÇÃO


1h30

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Bruna Louise

Mente de Cão

o facto parece ser, se é que nesta situação em que estou se pode falar de factos, não somente que vou ter de falar de coisas de que não posso falar, mas também, o que é ainda mais interessante, que eu, o que é ainda mais interessante, que eu… não sei mais, não importa. No entanto sou obrigado a falar. Não me calarei nunca. Nunca. — Samuel Beckett, O Inominável

Corpos Inomináveis parte de uma leitura coreográfica do romance de Samuel Beckett, “O Inominável”, para investigar os limites da liberdade, do em-comum e da linguagem. Um grupo multidisciplinar de performers, com várias raízes culturais, leva-nos até ao palco do teatro, para partilhar um jogo de tensões entre o dito e o não dito, entre o que se vê e o que não se vê, entre o dentro e o fora. Uma peça, em forma de Jam Session, em que o fluxo é feito de movimento, de corpos, de imagens, de palavras, de encontros e desencontros, à volta da pergunta “afinal, o que é ainda Inominável, hoje?”

Mente de Cão é uma companhia de teatro físico criada por Joana Pupo, Pepa Macua e Catarina Sobral. Tem como missão criar propostas artísticas, através da troca de experiências e linguagens. Colabora com artistas de várias nacionalidades e assume um forte compromisso internacional. A criação e a circulação das suas peças são partes de um processo que se sustenta na tríade investigação-criação-formação. Cada projeto é visto como uma forma de interrogar o mundo e de gerar novos encontros. Em 2020/21, conduziram a sua pesquisa sobre a experiência do enraizamento e da migração, para a produção de A GRAVIDADE DE UM PÁSSARO, com Joana Pupo e Pepa Macua, estreada em Setembro, no Teatro da Cerca de São Bernardo. Em 2021/22, a companhia desenvolveu TODAS AS COISAS EXTRAORDINÁRIAS, com Joana Pupo e Jaime Mears, projecto teatral que estabelece uma ponte entre arte e saúde e mental, com especial foco na adolescência. Em 2023/24, a companhia criou ENSAIO PARA A DESORDEM, com Pepa Macua e Juan Fresina Scotto, peça sobre a segunda lei da termodinâmica, com foco nas linguagens do teatro físico e do circo contemporâneo, em cruzamento com a ciência. Em 2024/25, em co-laboração com a Baileia, criámos e apresentamos CURUPIRA TERNURA SELVAGEM, uma peça bilíngue em Português e Língua Gestual Portuguesa, que indaga sobre a questão universal da floresta e a nossa ligação a ela, partindo das linguagens cénicas do teatro, da dança e da música.

Data

18, Setembro 2026

19, Setembro 2026

Horário

14H30

15H00

Duração

1h30

Faixa etária

M12 / Ensino Secundário e Superior, jovens e adultos

Preço

€7

€5

€10 Bilhete Família (máx. 2 adultos / 2 jovens até 12 anos)

< de 25 anos, estudante, comunidade uc, rede alumni uc, > 65 anos, grupo ≥ 10, desempregado, profissional do espetáculo, pessoa com necessidades específicas, parcerias TAGV

Os bilhetes com desconto são pessoais e intransmissíveis e obrigam à identificação na entrada quando solicitada. Os descontos não são acumuláveis

Espetáculo com Audiodescrição Integrada

18 set — 14h30 para grupos organizados (com audiodescrição)
18 set — 21h30 para público em geral (com audiodescrição)
19 set — 19h30 para público em geral (com audiodescrição e LGP)

Local auditório TAGV (lotação limitada)

Co-criação e Performance Inês Gonçalves, Frankão, Jorgette Dumby, Juan Fresina Scotto, Pacas, Pepa Macua

Direção artística Joana Pupo

Direção de produção Catarina Sobral

Colaboração artística e pesquisa coreográfica Maria Ramos

Textos Criação Coletiva

Apoio à dramaturgia Pepa Macua

Apoio à pesquisa cénica na 1ª fase de criação Nadia Yracema, Fábio Nóbrega Vaz, Jaime Mears

Apoio à audiodescrição Catarina Sobral, Inês Gonçalves

Assistência de encenação Marine Arrandon

Desenho de luz e direção técnica Mafalda Oliveira

Desenho de figurino Mafalda Estácio

Elementos de cenografia João Calisto (mesa), V.In (bancos)

Desenho gráfico Eduarda Lima

Fotografia de processo Davide Costa, João Duarte, Pedro Jafuno

Interpretação em Língua Gestual Portuguesa Jéssica Ferreira, Miguel Ralha

Agradecimentos Joana Bértholo, Marta, Tiago Hespanha

Coprodução Teatro Académico de Gil Vicente, Centro Cultural e de Congressos das Caldas da Rainha e Teatro José Lúcio da Silva

Parceria Instituto Politécnico de Leiria

Este projeto tem o financiamento República Portuguesa – Cultura, Juventude e Desporto / DGArtes, Fundação Calouste Gulbenkian, Fundação GDA

Com o apoio Centro de Experimentação Artística da Moita, c.e.m. – centro em movimento, do Polo Cultural Gaivotas-Boavista, Centro de Artes das Caldas da Rainha, Escola Superior de Artes e Design das Caldas da Rainha, Teatro da Rainha e Biblioteca de Marvila

Apoio à investigação Estúdios Vitor Córdon

Fotografia Pedro Jafuno