o Café do TAGV recebe mais uma conversa da rubrica O que me faz artista?, desta vez dedicada à criação artística local e aos processos que lhe dão forma
A conversa reúne Cláudio Vidal, Maria Antónia Torres e Carolina Campos e Matilde Fachada (Estrutura Baldia), artistas selecionados através da convocatória para criações locais de Linha de Fuga, e que integraram a programação da 2ªedição do festival Há Festa nas Aldeias, com a apresentação das suas performances.
Partindo das experiências vividas durante o processo de criação e apresentação dos trabalhos, a conversa propõe um espaço de partilha e reflexão sobre o que significa criar a partir de um território, trabalhar em relação com as comunidades e construir uma prática artística situada. Que lugares ocupam os artistas locais? Como se transformam as práticas quando encontram outros contextos, públicos e territórios? E o que permanece depois da criação e da apresentação?
Esta conversa pretende olhar para os percursos, escolhas, inquietações e encontros que atravessam cada processo criativo, dando voz aos artistas e às diferentes formas de pensar e fazer arte a partir do contexto local.
O que me faz artista? é uma rúbrica de conversas desenvolvido por Linha de Fuga onde se conversa com artistas sobre o seu percurso, com o intuito de humanizar a criação artística e demonstrar todo o trabalho, dúvidas e questões que um artista se coloca ao criar. Desta vez falamos com artistas locais para que nos digam quais as dificuldades e oportunidades de criar em Coimbra.
Data
13, Outubro 2026
Horário
18H00
Duração
1h00
Faixa etária
todos os públicos
Preço
entrada livre
Local Café Teatro TAGV
Iniciativa Linha de Fuga em colaboração com o Teatro Académico de Gil Vicente, LIPA – Laboratório de Investigação e Práticas Artísticas da Universidade de Coimbra