nestas conversas, mais do que impor uma leitura imperativa e carregada de urgência, a expressão é preciso abre espaço à manifestação pessoal de formas de compreender o mundo e o nosso lugar nele. Porque é preciso fazer alguma coisa. Ou pode ser preciso se. E, afinal, talvez não fosse preciso nada
Ciclo de conversas mensais, preferencialmente na última quinta-feira de cada mês, cuja premissa assenta em ter à mesa duas pessoas de contextos diversos. Ao par de convidados é apenas pedido que pense, antecipadamente, na primeira resposta, que surgirá na sequência da pergunta: o que é que é preciso? Nestas conversas, mais do que impor uma leitura imperativa e carregada de urgência, a expressão “é preciso” abre espaço à manifestação pessoal de formas de compreender o mundo e o nosso lugar nele. Porque é preciso fazer alguma coisa. Ou pode ser preciso se. E, afinal, talvez não fosse preciso nada. Queremos desenhar cartografias de vida. Da que vivemos. Ou da vida desejada. Ou a vida possível. Porque o que é preciso nem sempre é o que é possível. As conversas ocorrem, alternadamente, no Semente Atelier e no Teatro Académico de Gil Vicente e são potenciadas pela participação do público, tendencialmente preciso em diálogo, listas e jogos de minúcia.
Data
26, Fevereiro 2026
Horário
18H30
Duração
1h00
Faixa etária
todos os públicos
Preço
entrada livre
Local Semente Atelier
Moderação Inês Moura, Sílvio Correia Santos
Fotografia João Duarte