13

Jan

Ter


21H30

DURAÇÃO


2h00

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Raphael Ghanem

Ciclo Viva João César Monteiro

Silvestre é um clássico do cinema português moderno e um dos mais belos filmes do seu realizador, um repositório de lendas e contos tradicionais que juntou para sempre, no cinema português, um olhar sobre a sua história a partir de personagens reais e do seu imaginário

A história do filme é tirada de dois romances portugueses tradicionais. A Donzela que Vai à Guerra (Séc XV?), de origem judaica peninsular e de uma novela, A Mão do Finado, transmitida pela tradição oral que faz parte do ciclo do Barba Azul. D. Rodrigo tem duas filhas, uma legítima e outra bastarda, Sílvia e Susana. Sentindo-se velho e sem herdeiro varão, D. Rodrigo decide casar Sílvia com um nobre rico, D. Paio, seu vizinho, com o propósito de assegurar o alargamento dos seus domínios. Depois de uma visita rápida do noivo, que é um comilão de saias, D. Rodrigo parte para a corte, a fim de convidar o Rei para a boda. À despedida, recomenda às filhas que não abram a ninguém as portas do solar. Um dia, aparece um peregrino que pede guarida e Sílvia, desobedecendo às ordens do pai, acaba por abrir-lhe a porta.

 

Silvestre é um clássico do cinema português moderno e um dos mais belos filmes do seu realizador, um repositório de lendas e contos tradicionais que juntou para sempre, no cinema português, um olhar sobre a sua história a partir de personagens reais e do seu imaginário. Nos séculos XV e XVI, Dom Raimundo combina o casamento de uma das suas duas filhas com um vizinho rico e jovem. Quando do banquete nupcial, ocorrem insólitos acontecimentos que envolvem um peregrino a Santiago e um cavaleiro. Maria de Medeiros tem o seu primeiro papel em cinema. — Cinemateca Portuguesa 

 

João César Monteiro nasce a 2 de fevereiro de 1939 e morre a 3 de fevereiro de 2003. Em 1963, com 15 anos, recebe uma bolsa da Fundação Calouste Gulbenkian para estudar cinema na London Film School. Dois anos depois regressa a Portugal para realizar o seu primeiro filme, Quem Espera por Sapatos de Defunto Morre Descalço (1971). Atualmente, o seu trabalho como realizador tem sido objeto de estudo para portugueses e estrangeiros, críticos e académicos, que o reconhecem como um dos mais importantes realizadores portugueses juntamente com Manoel de Oliveira. Várias das suas obras são representadas e premiadas em festivais internacionais como o Festival de Cannes e o Festival de Veneza: Silvestre (1981) foi apresentado no Festival de Veneza, festival onde regressa com Recordações da Casa Amarela (1989) e ganha o Leão de Prata. Novamente em Veneza com A Comédia de Deus (1995) recebe o Grande Prémio Especial do Júri.

Data

13, Janeiro 2026

Horário

21H30

Duração

2h00

Faixa etária

M12

Preço

€6

€4 

< de 25 anos, estudante, comunidade uc, rede alumni uc, > 65 anos, grupo ≥ 10, desempregado, profissional do espetáculo, parcerias TAGV

3 Filmes + 1 Presente: Na compra de 3 bilhetes para 3 filmes à escolha, o 4.º bilhete para uma nova sessão é oferta *a campanha é válida na compra de 3 bilhetes para as sessões de cinema em janeiro de 2026. A campanha 3 Filmes + 1 Presente só está disponível na Bilheteira Presencial  TAGV

Os bilhetes com desconto são pessoais e intransmissíveis e obrigam à identificação na entrada quando solicitada. Os descontos não são acumuláveis

 

Bilheteira / atendimento presencial
segunda a sexta-feira 17h00 — 20h00
em dias de eventos 1 hora antes / até meia hora depois
encerrada aos sábados, domingos e feriados

Local TAGV

Origem Portugal, 1981

Com Maria de Medeiros, Teresa Madruga, Luis Miguel Cintra, Jorge Silva Melo

Estreia 7 de abril de 1981

Ciclo Viva João César Monteiro – Medeia Filmes

Cópias digitais restauradas