uma reflexão sobre a existência e o caminho que todos temos de fazer, um dia, para nos despedirmos de alguém. Um espetáculo que reflete sobre o fim, que é um mistério para todos nós.
Este espetáculo conta a história de um homem e de uma manada de elefantes. Quando o homem morre, os elefantes fazem uma caminhada misteriosa a sua casa, para lhe prestar uma última homenagem: não era um homem qualquer, era um deles.
A Caminhada dos Elefantes é sobre a existência, a vida e a morte, e o caminho que todos temos de fazer, um dia, para nos despedirmos de alguém. Um espetáculo que reflete sobre o fim, que é um mistério para todos nós, crianças ou adultos.
A Caminhada dos Elefantes foi antecedido por um extenso trabalho de pesquisa junto de cerca de 200 crianças com idades entre os 6 e os 10 anos, através da realização de encontros e oficinas. O material recolhido serviu de inspiração e conteúdo para o espetáculo.
A Formiga Atómica é a companhia de teatro, fundada e dirigida por Miguel Fragata e Inês Barahona. As suas criações inscrevem-se em questões contemporâneas e destinam-se a todo o público. Os espetáculos da Formiga Atómica são habitualmente antecedidos por períodos de pesquisa motivados pela questão e/ou públicos que abordam. Entre as suas criações destacam-se A Caminhada dos Elefantes (2013), The Wall (2015), A Visita Escocesa (2016), Do Bosque para o Mundo , Montanha-Russa (2018), Fake (2020), O Estado do Mundo (Quando Acordas) (2021), Má Educação – Peça em 3 Rounds (2022) e Terminal (O Estado do Mundo) (2024). A companhia circula regularmente por território nacional e internacional, tendo concebido a versão francesa de três dos seus espetáculos – La Marche des Éléphants (2016), Au-Delà de la Forêt, Le Monde (2017, espetáculo de abertura do Festival de Avignon 2018) e L’État du Monde (Un dur réveil) (2022, coprodução Théâtre de La Ville – Paris) – e a versão castelhana de dois deles – La caminata de los elefantes e Así está el mundo (cuando despiertas). O espetáculo A Caminhada dos Elefantes circula também, desde 2020, na sua versão alemã (Die Wanderung der Elefanten).
Data
12, Fevereiro 2026
Horário
10H30
Duração
50 min.
Faixa etária
M6
Preço
€3 p/ estudante
Desconto entre 50% a 100% para alunos carenciados. Entrada gratuita para os acompanhantes de cada turma (cerca de 2 por grupo)
*O texto será interpretado em Língua Gestual Portuguesa (LGP)
Bilheteira / atendimento presencial
segunda a sexta-feira 17h00 — 20h00
em dias de eventos 1 hora antes / até meia hora depois
encerrada aos sábados, domingos e feriados
Local auditório TAGV (lotação limitada)
Encenação e interpretação Miguel Fragata
Texto Inês Barahona
Cenografia e figurinos Maria João Castelo
Música Fernando Mota
Desenho de luz José Álvaro Correia
Direção técnica Pedro Machado / Nuno Figueira
Apoio à dramaturgia na vertente da psicologia Madalena Paiva Gomes
Apoio à dramaturgia na vertente da pedagogia Elvira Leite
Consultoria artística Giacomo Scalisi, Catarina Requeijo e Isabel Minhós Martins
Produção executiva (criação) João Lemos / Meninos Exemplares
Produção Formiga Atómica
Coprodução Artemrede – Teatros Associados, Centro Cultural Vila Flor, Maria Matos Teatro Municipal, Teatro Viriato
Projeto financiado pela República Portuguesa – Cultura, Juventude e Desporto / Direção Geral das Artes
A Formiga Atómica é uma entidade apoiada pela pela República Portuguesa – Cultura, Juventude e Desporto / Direção-Geral das Artes, Câmara Municipal de Lisboa / Pólo Cultural Gaivotas / Boavista