em palco, entre sombras e falhas, reflete-se a criação como evento imprevisível e impuro, desafiando perceções de tempo, realidade e mortalidade. Dedicado a Sylvia Soares
Vado e non Torno explora fronteiras performativas inspirando-se na “glitch art” para abordar o erro e o tempo real. Com direção artística e performance de Óscar Silva e Mauricio P. Castro, também na dramaturgia, pretende concretizar-se unicamente no plano real, implicando o corpo do outro que cocria e observa simultaneamente. Maurício P. Castro, encenador brasileiro, parte do capítulo 6 de Ulysses de James Joyce levando público e performer numa jornada sobre a morte e o além. Em palco, entre sombras e falhas, reflete-se a criação como evento imprevisível e impuro, desafiando perceções de tempo, realidade e mortalidade. Dedicado a Sylvia Soares.
O Festival END — Encontros de Novas Dramaturgias é uma celebração bienal da escrita original para teatro e outras artes performativas. Convida criadores a partilhar os seus trabalhos mais recentes em múltiplos formatos – seminários, leituras encenadas ou participativas, ensaios abertos, espetáculos, entre outros – promovendo um encontro vivo entre a palavra, a cena e as suas linguagens.
Com vocação para a descoberta, o Festival END acolhe processos de escrita em diálogo direto com a prática artística, reunindo artistas, investigadores, professores e estudantes que interrogam as potências e os caminhos da dramaturgia contemporânea.
Na edição de 2026, o Festival END acolhe e promove novos trabalhos de autores como António Alvarenga, Catarina Vieira, David Marques, Henrique Vieira Furtado, Jorge Louraço Figueira, José André, Leonor Mendes, Lígia Soares, Luís Araújo, Marco Mendonça, Mickaël de Oliveira, Miguel Castro Caldas, Nuno Pinheiro, Óscar Silva, Patrícia Portela, Ricardo Correia, Rui Pina Coelho, Sérgio Matias, Sónia Baptista, Teresa Coutinho, Tiago Cadete, entre outros.
Produzido pelo Colectivo 84, a 7.ª edição do Festival END decorre ao longo de quatro dias, no mês de março, passando por duas cidades: Coimbra, em coprodução com o Teatro Académico de Gil Vicente, e Aveiro, com o Teatro Aveirense. O festival assinala o Dia Mundial do Teatro, a 27 de março, com programação na cidade de Aveiro.
Data
26, Março 2026
Horário
18H00
Duração
1h00
Faixa etária
M16
Preço
€5
Local TAGV
Direção e conceção Óscar Silva Encenação e texto Maurício P. Castro Interpretação Óscar Silva Interpretação e criação musical Cláudio Nascimento Coprodução em residência O Espaço do Tempo Produção executiva Joana Gomes e Rita Piteira Comunicação e assessoria de imprensa Rita Piteira Apoios Fábrica da Criatividade; Câmara Municipal de Castelo Branco | Apoio República Portuguesa – Cultura / Direção-Geral das Artes | Agradecimentos Lívio Mangina e Laura Trevisan Fotografia Rafael Seguro
Festival END Encontros de Novas Dramaturgias Direção artística Mickaël de Oliveira Assistente de direção Maria João de Vasconcelos Acompanhamento crítico Roberto Terra Direção de produção Héloïse Rego Coordenação Mediação e Comunicação Maria João de Vasconcelos Apoio à comunicação Inês Melo Apoio à organização Roberto Terra Direção técnica João Monteiro Design gráfico Eduarda Fontes Gestão financeira e de projeto Emília Moreira Coprodução Teatro Aveirense, Teatro Académico de Gil Vicente Parceria Casa das Artes – Fundação Bissaya Barreto, Círculo de Iniciação Teatral de Coimbra, Casa da Esquina, Casa da Esquina, A Escola da Noite, Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra Apoio República Portuguesa – Cultura, Juventude e Desporto / DGARTES – Direção-Geral das Artes